Amanhecendo encasulado, entre eletrônicos e algum novo apetrecho acolchoado, arrastando pes descalços dentre ao po enquadrado em um quatro por quatro. Leio noticias, propicias de um dia comum, “indice de produção aumenta um” ou talvez “dois” no percentual que interessa a poucos, fico calculando quantas vezes leio esse tipo de coisa e continuo não me interessando por numeros. “milhares se reunem no japão pra pedir prosperidade” alguns se perguntam: “pedir ajuda pra quem nos mandou um terremoto?” e mais alguns anonimos morrem em um “atentado aos Xiitas”. Sigo escorado na rotina, sentado frente ao pão e a manteiga de sempre, as vezes nem paro pra sentir o gosto, nem vejo que a massa de hoje está mais fresca que a de ontem, é o que dizem, “piloto automático” é mais pragmatico assim, as vezes me faz pensar muito em ser um monge budista, conseguir sentir energia com os pes na grama, não sentir dor e raspar a cabeça recitando um mantra.”Vaidades que a terra um dia a de comer” lembro de letras e pensamentos vagos, vagas em estacionamento e naquele hotel, que poderia ser o nosso, assim como esse texto poderia ser seu e fazer mais sentido se você o lesse… é você mesma, com seus cabelos curtos e loiros sentada ai em meio a taças dependuradas e porta-retratos da sua infancia, você e seus oculos tristes e os olhos enormes de sempre. Encoste o cotovelo naquele movel e fique se perguntando enquanto eu continuo aqui, na rotina e indiferente quanto aos Xiitas, se impressione no quanto que o quão mais vago forem as palavras mais sentido você encontra nelas. Continue por aqui, a little while sente-se cruze suas pernas que tenho mais a lhe contar
09/01/2012
15 janeiro, 2012 no 22:40
alo kbça!
sempre bom ler as “merdas” q vc escreve por aqui,
comprei o pocket MULHERES do velho Buk. Devorei 100 paginas na sala de embarque e voo entre P Alegre e BH. O mote é sempre o mesmo: corridas de cavalo, porres, vomitos, sexo promíscuo, gatas loucas e destrambelhadas, peidos, leituras de poesias, brigas conjugais, mau humor, etc…
ta na mão!
Abração